Deputado federal afirma que empresário baiano virou “símbolo da liberdade” e critica condução do caso pelo STF durante repercussão de homenagem póstuma na Assembleia Legislativa da Bahia.
![]() |
| Nikolas Ferreira - Foto: Reprodução/Redes Sociais |
Em vídeo direcionado ao público baiano, o parlamentar parabenizou a iniciativa da Casa Legislativa e afirmou que o empresário se tornou um “símbolo da liberdade”. Segundo ele, a memória de Clezão deve ser preservada como forma de reconhecimento ao impacto de sua história.
Durante sua fala, Nikolas declarou que a morte do empresário não pode ser considerada em vão e destacou que o caso gerou forte comoção entre apoiadores e familiares. O deputado reforçou ainda que o episódio representa, em sua avaliação, uma “história de injustiça”.
O caso de Cleriston Pereira da Cunha está relacionado ao contexto dos Atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília. O empresário foi preso por envolvimento nos atos e posteriormente morreu enquanto estava sob custódia.
Em sua declaração, o parlamentar também direcionou críticas à condução institucional do processo, mencionando o Supremo Tribunal Federal ao comentar a prisão e o desfecho do caso. Ele afirmou que há necessidade de reflexão sobre o tratamento dado aos detidos no contexto dos eventos.
A homenagem na ALBA reacendeu debates políticos e jurídicos em torno das consequências dos atos de 8 de janeiro, especialmente sobre responsabilizações individuais, condições de custódia e interpretações divergentes sobre os desdobramentos do episódio.
O tema segue provocando forte polarização no cenário político nacional, com diferentes avaliações sobre a legalidade das prisões, a atuação das instituições e o impacto social dos acontecimentos.

0 Comentários
Qual a sua opinião sobre este assunto? Participe do debate com respeito.