Em entrevista durante o evento Carnaval na Cidade, o grupo Menos é Mais relembrou a trajetória da carreira, falou sobre o crescimento do pagode e destacou a missão de levar o gênero a novos públicos.
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| Menos é Mais celebra trajetória e explica sucesso do pagode: "É o estilo do povo" • Foto: Reprodução/Ricardo Ribeiro |
O Menos é Mais, formado por Duzão, Gustavo Goes, Paulinho e Ramon Alvarenga, vive um dos momentos mais importantes da carreira. Consolidado entre os principais nomes do pagode brasileiro, o grupo refletiu sobre a própria trajetória e comentou o impacto que vem ajudando a recolocar o gênero entre os mais ouvidos do país.
Durante entrevista concedida ao evento Carnaval na Cidade, em São Paulo, os músicos afirmaram que o objetivo nunca foi disputar espaço com outros estilos musicais, mas sim produzir músicas capazes de alcançar diferentes públicos. A declaração reforça o momento positivo vivido pelo grupo, que acumula sucessos nas plataformas digitais e grandes apresentações pelo Brasil.
O contexto por trás do sucesso
Nos últimos anos, o Menos é Mais se transformou em um dos principais representantes da nova geração do pagode. O grupo ganhou projeção nacional com releituras que viralizaram nas redes sociais e, posteriormente, emplacou músicas autorais entre as mais executadas do país.
Segundo os integrantes, a prioridade sempre foi construir uma carreira sólida baseada em músicas de qualidade. O reconhecimento veio naturalmente, impulsionado pelo crescimento nas plataformas de streaming e por parcerias com artistas de diferentes gêneros, como Simone Mendes e Nattan, ampliando ainda mais o alcance do pagode.
"O pagode é o estilo do povo"
Questionados sobre a presença cada vez maior do pagode no Carnaval e nos principais festivais do Brasil, os músicos defenderam que o gênero possui uma ligação histórica com o público brasileiro.
Para eles, o Carnaval representa uma festa popular, assim como o pagode, tornando natural a aproximação entre os dois universos. A declaração resume a visão do grupo sobre o atual momento do estilo musical, que voltou a ocupar espaço de destaque nas paradas nacionais.
Repercussão e crescimento nas plataformas
O sucesso do Menos é Mais também pode ser observado no ambiente digital. O grupo reúne milhões de ouvintes mensais nas plataformas de streaming e mantém forte presença nas redes sociais, onde lançamentos, bastidores e apresentações costumam gerar grande engajamento.
Especialistas apontam que o pagode vive uma fase de renovação, impulsionado justamente por artistas que dialogam com diferentes públicos sem perder a essência do gênero. O Menos é Mais aparece frequentemente entre os principais responsáveis por esse movimento.
Histórico do grupo
Originário de Brasília, o Menos é Mais iniciou a carreira apostando em rodas de samba e gravações para a internet. O crescimento foi rápido graças às interpretações de clássicos do pagode e, posteriormente, ao lançamento de músicas inéditas que alcançaram enorme repercussão.
Hoje, o quarteto é presença constante em festivais, programas de televisão e grandes eventos musicais, consolidando uma carreira marcada pela proximidade com o público e pela valorização do pagode contemporâneo.
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O momento vivido pelo Menos é Mais simboliza uma nova fase para o pagode brasileiro. Em um mercado tradicionalmente dominado por outros gêneros, o grupo demonstra que é possível conquistar espaço mantendo identidade musical e ampliando o diálogo com diferentes estilos.
A combinação entre repertório popular, presença digital e grandes apresentações transformou o quarteto em um dos principais fenômenos da música brasileira na atualidade.
O caso ainda deve render novos capítulos, já que o grupo segue lançando projetos, realizando turnês e mantendo o nome entre os assuntos mais comentados do entretenimento nacional.

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